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segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Tom Zé se encontra com Lee Perry, mestre jamaicano do dub, em single do Digitaldubs


Coube a um grupo carioca de sound system, Digitaldubs, promover o encontro inédito e inusitado de Tom Zé, baiano tropicalista que ama São Paulo, com Lee Scratch Perry, mestre jamaicano do dub, a vertente psicodélica do reggae. O encontro acontece em single do Digitaldubs, Estudando o dub, programado para chegar amanhã, 15 de dezembro de 2017, nas plataformas digitais.
Quem imaginou o encontro, e correu atrás para viabilizá-lo, foi Marcus MPC, DJ e produtor do Digitaldubs. É que a gravação de Estudando o dub nasceu a partir de Toc, uma das experimentais composições de Tom Zé, gravada originalmente em um dos álbuns mais importantes e cultuados da discografia do artista, Estudando o samba (1976), lançado há 41 anos.
Capa do single Estudando o dub (Foto: Divulgação)
A ideia de Marcus foi trazer Toc para o universo do dub. Mas com os vocais de Tom Zé e de Lee Scratch Perry, ambos atualmente com coincidentes 81 anos. Em 2015, aproveitando show feito por Perry na cidade de São Paulo (SP) e aberto pelo Digitaldubs, o produtor convenceu o artista jamaicano a gravar um vocal para a faixa. Um ano depois, em 2016, foi a vez de Tom Zé – visto ao alto em foto de André Conti – pôr voz na gravação produzida por Marcus. O resultado é Estudando o dub, cuja letra gravita em torno da frase "open the door / abra a porta", espécie de mantra para a percepção das oportunidades que surgem.
Estudando o dub sai em single simultaneamente com clipe. Para 2018, está prevista edição de LP com outras versões em dub da gravação.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Confissões de Bill Oxley, O Agente da CIA Que Matou Bob Marley

Bill Oxley - um agente aposentado de 79 anos da CIA revelado confissões muito impressionantes em seu leito de morte. Um deles é "Eu matei Bob Marley". A confissão aconteceu no Mercy Hospital no estado do Maine na segunda-feira, depois que o oficial foi informado que ele só tem algumas semanas na terra. Outras confissões incluíram a reivindicação de ter cometido dezassete (17) assassinatos por conta da América entre 1974 e 1985


29 anos como Agente da CIA

Sr.Oxley, um agente com uma autorização de segurança de alto nível é um sniper e atirador perito. Ele também é muito bem versado em outros tipos de formas de matar nomeadamente venenos, explosivos, ataques cardíacos induzidos e câncer. Seus conjuntos de habilidades colocaram-no na posição de cima para ser usado como um assassino por parte da organização visando indivíduos que poderiam ou estavam representando algum tipo de ameaça.

Os Assassinatos

Março de 1974 a agosto de 1985, o período de seus assassinatos durante os quais ele fazia parte de uma unidade de operação composta por três (3) outros assassinos como ele. O objetivo da referida unidade era realizar assassinatos políticos em todo o país bem como em países estrangeiros. E assim, assassinatos foram realizados em indivíduos de diferentes origens, ativistas políticos, pesquisadores médicos, artistas e músicos cujas ideias e influências “representaram uma ameaça para os interesses dos Estados Unidos” revelam o aposentado.

Bob Marley

Robert Nesta “Bob” Marley, (6 de fevereiro de 1945 – 11 de maio de 1981) foi um cantor e compositor Jamaicano que se tornou um ícone musical e cultural internacional, misturando principalmente reggae, ska e rocksteady em suas composições.
Não tive nenhum problema em fazer o assassinato de Bob Marley porque eu era patriota, acreditava na CIA, e não questionei a motivação da agência. Eu sempre entendi que, às vezes, os sacrifícios devem ser feitos para o bem maior.



O Sr.Oxley também confessou que Bob Marley era único entre suas vítimas porque ele era um “homem bom, uma linda alma” com “presentes artísticos profundos” que não mereciam morrer tão cedo. No entanto, o lendário cantor Jamaicano foi um enorme obstáculo aos olhos da CIA, ameaçando assim a istência dos Estados Unidos.

“Ele estava conseguindo criar uma revolução que usava a música como uma ferramenta mais poderosa do que balas e bombas. Bob Marley em 1976 foi uma ameaça muito séria para o status quo global e para os controladores do poder escondidos implementando seus planos para uma nova ordem mundial. No que diz respeito à agência, Bob Marley foi muito bem-sucedido, muito famoso, muito influente … Um Rastata Jamaicano que começou a usar seus fundos e fama para apoiar causas em todo o mundo que estavam em conflito direto com a CIA … Para ser sincero, ele assinou seu próprio mandado de morte “.

“Não é como se não o avisássemos. Nós enviamos alguns caras para atirar em sua casa em Kingston “, diz Oxley, referindo-se a um tiroteio na residência de Marley que deixou o cantor com um braço e peito feridos. “Tivemos uma mensagem para ele. Nós o fizemos entender a gravidade da situação em que ele se encontrava. Ele não ouviu. ”

Como Aconteceu O Assassinato

Dois dias depois que Bob Marley foi baleado no braço esquerdo por um dos três homens atiradores que emboscaram o cantor e alguns membros da sua tripulação em sua casa em Kingston, e depois de um breve período no hospital, Bob Marley viajou para as colinas protetoras das Blue Mountains e passou o tempo no ponto mais alto da Jamaica, ensaiando para um próximo show.
De acordo com o Sr. Oxley, ele usou credenciais de imprensa para obter acesso a Bob Marley durante seu retiro para as Blue Mountains. Ele se apresentou como um fotógrafo famoso trabalhando para o New York Times, e deu um presente para Bob Marley.

“Eu dei-lhe um par de Converse All Stars. Tamanho 10. Quando ele tentou andar o sapato direito, ele gritou ‘OUUUCH’.
“Foi isso. Sua vida acabou ali mesmo. O prego que estava no sapato estivesse impregnado de vírus e bactérias cancerígenas. Se percorresse a pele, o que fazia, era boa noite enfermeira “.
“Houve uma série de assassinatos de alto perfil de figuras de contracultura nos Estados Unidos no final dos anos sessenta, início dos anos setenta. Quando o tempo de Bob Marley apareceu, achamos que a sutileza era a ordem do dia. Não há mais balas e cérebros salpicados “.
O Sr. Oxley diz que manteve um contato próximo com Marley durante os últimos anos de sua vida, garantindo o dispositivo médico que recebeu em Paris, Londres e Estados Unidos “aceleraria sua morte em vez de curá-lo.” Ele morreu de câncer em Maio de 1981 . Ele tinha apenas 36 anos de idade.
“A última vez que vi Bob antes de morrer, ele havia removido os dreadlocks, e seu peso caiu como uma pedra”, diz ele.
“Ele foi muito retirado, incrivelmente pequeno. Ele estava encolhendo na nossa frente. O câncer havia feito seu trabalho “.
“O dia em que ele morreu em Miami foi definitivamente um dos momentos mais difíceis da minha carreira. Eu me senti muito mal. Durante muito tempo, não estava confortável excom a minha parte na morte dele. Mas, eventualmente, cheguei a perceber que tinha que ser feito, para a América “.
Fonte: https://stessmagazine.com

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Cidade Verde Sounds lança novo álbum 'UM DO12', o quarto da carreira (Disco conta com as participações de Caio Nog, Nissin e Pelé Mil Flows)

O grupo de reggae Cidade Verde Sounds, formado por Adonai e Dub Mastor, lançou na última quarta-feira (15/11), o novo álbum, intitulado UM DO12. O trabalho conta com as participações de cantores conhecidos dos cenários hip-hop e reggae do Brasil, como Caio Nog (Costa Gold), Nissin (Oriente), Pelé Mil Flows (1 Kilo), Hélio Bentes (Ponto de Equilíbrio) e Dada Yute (ex-Leões de Israel), além dos DJs Coala e Caíque. 

UM DO12 é o quarto álbum de Adonai e Dub Mastor, sucessor de O jogo (2015). O disco apresenta vários estilos, além da reggae music, como o hip-hop, o dancehall e o R&B. A arte da capa do material foi assinada pelo design Ricardo Fernandes, responsável por trabalhos de artistas, como Criolo, Nação Zumbi e Black Alien.

No canal oficial do YouTube, a banda disponibilizou cinco faixas do disco, sendo quatro com clipes,Firme, Hipócritas, Reggae music e Cês qué flow. 



Confira a setlist do álbum

1 - Eu sei
2 - Pressão
3 - Firme
4 - Ruim de pegar
5 - Meu espírito boa - feat Nissin (Oriente) e Pelé Mil Flows (1 Kilo)
6 - Treta
7 - Cês qué flow - feat. Caio Nog (Costa Gold)
8 - 50 graus
9 - Hipócritas
10 - Guerreiro viajante
11 - Listas
12 - Barulho do mar
13 - Reggae music feat. Hélio Bentes (Ponto de Equilíbrio) e Dada Yute


quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Morre compositor e produtor do Ponto de Equilíbrio, Perseverança, Laços de Fé e Raízes que Tocam Diogo Viana Andrade

As Bandas Ponto de Equilíbrio e  Raízes que Tocam Postaram no Facebook Homenagens a Diogo Viana Andrade.

Postagem da FanPage Oficial da Banda Ponto De Equilíbrio


Postagem da  Fanpage Oficial da Banda  Raízes que Tocam

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Jovem tenta mudar realidade violenta de comunidade por meio da música Reggae, Hip Hop, Grafite e do Rap

Em meio a tantos problemas, a música Reggae surge como uma luz de esperança

Música é usada como instrumento de transformação (FOTO: Reprodução Nordestv/Band)

A violência urbana parece ter virado rotina no bairro Serrinha, em Fortaleza. Muitos jovens, desde cedo, vivem inseridos nessa dura realidade.

Assaltos, assassinatos, tráfico de drogas e briga de gangues são algumas da situações rotineiras na vida dos moradores. Em meio a tantos problemas, a música surge como uma luz de esperança.
MC Dieguim, 21 anos, encontrou nas letras das suas canções uma forma de ser voz na luta contra a criminalidade. “É extremamente importante a gente ocupar os espaços públicos, seja através do rock, do rap ou também do reggae. Dessa forma, você dá visão para muita gente que está no crime”, relata o músico.
O jovem reconhece que é comum o contato com a violência, mas acredita na recuperação das pessoas. “Tenho amigos meus que trabalham em casa com menores que estavam na criminalidade, mas através do hip hop, do grafite e do rap eles conseguem transformar a vida desses caras”, revela o MC.

Confira mais detalhes No Video:

Fonte : http://tribunadoceara.uol.com.br

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Dória quer "ruas musicais" com shows de Reggae e karaokê em SP

Shows de bandas ao ar livre aos domingos e feriados em ruas de São Paulo. Esse é o mais novo projeto da gestão João Dória, que quer criar quatro Ruas Musicais na capital paulista ainda em 2017 para promover ritmos como o choro, o reggae, o samba-rock e o pagode. Uma segunda etapa ainda prevê duas Ruas do Karaokê, com o objetivo de interação com o público no palco.
“Vamos implementar quatro até o final do ano, nas regiões norte, sul, leste e oeste”, contou o secretário titular da pasta, Jorge Damião. “Cada rua terá uma entidade responsável tomando conta. A curadoria passa a ser deles.”


“Queremos aproveitar a vocação de cada lugar. A Rua do Reggae, por exemplo, ficará no Butantã, onde já há eventos do gênero. Na Praça Benedicto Ramos Rodrigues, em Ermelino Matarazzo, na zona leste, será criada a rua do Samba-Rock”, finalizou Damião.

O programa Ruas Musicais remete a uma iniciativa da década de 1980, implementada pelo próprio Dória, à época em que presidia a Paulista. A cidade chegou a inaugurar espaços como a Praça do Forró, na zona leste, e a Rua do Choro, em Pinheiros, mas o projeto perdeu força ao longo dos anos.
A Secretaria Municipal de Esportes e Lazer agora busca parceiros privados para tornar o projeto uma realidade e dar mais opções atrativas ao público e os turistas que viajam a São Paulo

As informações são do site Panrotas.

Anvisa dá parecer contrário à liberação da maconha medicinal




A agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu parecer contrário à liberação do cultivo de maconha para fins medicinais. Em documento protocolado no Supremo Tribunal Federal (STF), o órgão entende que é preciso, antes, ter uma regulamentação sobre o assunto, trabalho que já está sendo tocado por um grupo de trabalho da agência. Antes disso, a Anvisa avalia que é perigoso liberar o plantio e cultivo, apontando até mesmo o risco de desvio do produto para uso recreativo.

Em maio, o Partido Popular Socialista (PPS) propôs uma ação pedindo que o STF assegure “o plantio, cultivo, colheita, guarda, transporte, prescrição, ministração e aquisição de Cannabis (nome científico da maconha) para fins medicinais e de bem-estar terapêutico, mediante notificação de receita, conforme as normas de saúde pertinentes”. Solicita ainda que, na ausência de regulamentação, seja dispensada autorização para o plantio e cultivo se o objetivo for médico ou de pesquisa científica.

A regulamentação, afirma a agência, é necessária e deve levar em conta fatores como os efeitos da planta, cadastro e acompanhamento de pacientes, a segurança e acesso ao local de cultivo e qualidade do produto. A Anvisa disse que seus integrantes já tiveram reuniões com autoridades sanitárias de países como Israel, Canadá, Holanda, Chile e EUA para compartilhar experiências. Órgãos públicos brasileiros, como Casa Civil da Presidência da República, Ministério da Justiça, Ministério da Saúde e Polícia Federal, também já foram contatados para ajudar na regulamentação.
"Logo, não é possível isentar o processo da complexidade que lhe cabe, sob a pena de serem estabelecidos critérios e procedimentos que não protejam a saúde da população e garantam os controles necessários para se evitar o desvio de uso", avaliou a agência, acrescentando: "Trata-se de planta com conhecida utilização indevida / recreativa, devendo-se garantir o acesso para fins científicos e medicinais de forma supervisionada e controlada, minimizando-se assim o risco à saúde e de desvio de uso."
A Anvisa também chama atenção para os malefícios da droga e a necessidade de um controle rígido antes de se autorizar a pesquisa e o licenciamento de medicamento à base da erva. A agência lista ainda uma série de problemas de saúde associados à planta, como efeitos pulmonares, cardiovasculares e psiquiátricos.
"O consumo generalizado da planta Cannabis sativa não processada pode levar a riscos consideráveis de saúde pública, incluindo esquizofrenia, psicose, dependência e os outros riscos mencionados neste documento. A aplicação terapêutica de compostos canabinoides específicos continuam sob pesquisa médica ativa. O que é bem conhecido é que há muitos riscos potenciais e efeitos adversos psiquiátricos da Cannabis fumada e seus derivados sintéticos", diz outro trecho do documento da Anvisa.
Uma portaria da Anvisa classifica a maconha e suas substâncias como proscritos, ou seja, proibidos no Brasil. A exceção é canabidiol, usado em tratamentos médicos. A agência destacou ainda que o Brasil é signatário de duas convenções internacionais que proíbem a erva e o uso do seu princípio ativo, o tetra-hidrocanabinol (THC). Elas permitem a produção, manufatura, exportação, importação, posse ou uso da planta para fins médicos e científicos, mas desde que sob controle e supervisão dos órgãos públicos.
Para utilizar uma substância ou planta como medicamento no Brasil é preciso obter aprovação da Anvisa, com dados comprovando sua segurança e eficácia. A agência destacou, inclusive, que aprovou em 2016 o Mevatyl, remédio à base de THC e canabidiol, para o tratamento de sintomas da esclerose múltipla. Ressaltou também a importação excepcional de medicamentos à base da canabidiol, autorizada desde 2014. Mas alerta: "é importante esclarecer que esses produtos atualmente importados não são considerados medicamentos em seus países de origem e, portanto, não possuem avaliação de segurança e eficácia realizadas pelas autoridades sanitárias competentes".
Outro problema da maconha, segundo a Anvisa, são os efeitos da abstinência: "Ademais, o uso crônico de Cannabis pode levar ao desenvolvimento de vício psicológico e síndrome de abstinência comparáveis ao vício à heroína. Se um adolescente ou adulto interrompe repentinamente o uso desta planta, uma evidente síndrome de abstinência pode ser desenvolvida, conforme reportado em vários estudos científicos. Os sintomas de abstinência incluem irritabilidade, ansiedade, agressão, transtornos do sono e inquietação."
A relatora da ação no STF é a ministra Rosa Weber, que, em 30 de junho, deu dez dias para Presidência da República, o Senado Federal, a Câmara dos Deputados e a Anvisa se manifestarem. Como o tribunal está de recesso no mês de julho, a contagem dos prazos está suspensa. De qualquer forma, a Anvisa já protocolou seu parecer. O documento é assinado por Thais Mesquita do Couto Araujo, especialista em Regulação e Vigilância Sanitária da agência. O texto é referendado pela gerente de Produtos Controlados da Anvisa, Renata de Morais Souza, e pelo diretor-presidente do órgão, Jarbas Barbosa.

sábado, 22 de julho de 2017

"É como comprar remédio", diz uruguaio no 1º dia de venda de maconha em farmácias...

Consumidor compra pacote de maconha em farmácia em Montevidéu, Uruguai

Começou quarta-feira (19/07/17) a venda de maconha para uso recreativo no Uruguai. Esta é a primeira vez que um país vende maconha produzida sob controle do Estado, um sistema inédito no mundo. A Maconha está sendo vendida, até o momento, em 16 farmácias distribuídas em 11 dos 19 departamentos do país, que cumprem as exigências do Instituto de Regulação e Controle de Cannabis (IRCCA) e só pode comprar quem tiver o registro feito nos correios do Uruguai para a compra de cannabis de uso médico. As vendas começaram por volta das 8h da manhã desta quarta-feira. Em uma farmácia no bairro de Cordón, em Montevidéu, havia uma fila de dez pessoas para comprar. Falhas no sistema de reconhecimento de cadastro e na leitura da digital, não permitiram que alguns consumidores a comprassem.

Em outra farmácia no bairro Cidade Velha, também em Montevidéu, um consumidor disse que ir para a farmácia comprar a maconha é como ir para o local comprar um remédio qualquer. "Você entra na farmácia, pede a maconha, te perguntam qual o tipo e te entregam, como um remédio qualquer", disse Gonzalo em entrevista para o jornal "El Observador". O dono da farmácia, Sebastián Scaffo, disse que em pouco mais de uma hora foram vendidos cerca de 15 pacotes com maconha. E acrescentou que não tem muita expectativa em relação à venda da maconha, mas que cada cliente pode ser um comprador potencial para outras coisas. "Creio que vai ser positivo e que às vezes temos que apoiar um poucos as coisas", disse Scaffo para o "El Observador". Para se registrar nos correios a pessoa precisa ser cidadã uruguaia e deve levar no local de registro uma cédula de identidade e um comprovante de residência, além de ter que responder um formulário de dados estatísticos para o controle governamental.

Uma pesquisa realizada no dia 10 de julho mostrou que até o momento cerca de 5.000 pessoas foram cadastradas e desse total 70% são homens e 30% mulheres. A maconha vendida nas farmácias segue as normas do IRCCA e o preço é igual em todos os locais de venda. Cada pacote de 5 gramas custa cerca de 187,04 pesos uruguaios (cerca de R$ 20,59). Para combater o tráfico, o governo, por hora, removeu o imposto de consumo (IVA) e a maconha está sendo vendida em pacotes de 5 gramas, em estado natural, sem estar moída ou prensada e existem dois tipos de pacote, sendo que a diferença está na quantidade de Cannabidol (CBD), o que altera o efeito psicoativo.

Produzida por duas empresas privadas em áreas sob vigilância oficial e sujeitas a um monitoramento da qualidade do produto, a maconha de uso recreativo é vendida ao público em recipientes branco e azul, contendo cinco gramas.Há duas variedades do produto disponíveis em embalagens seladas: "Alpha I" e "Beta I", correspondentes às variedades "Indica" e "Sativa" da planta. Existe um limite para a compra e a produção, cada usuário pode comprar pode comprar até 40 gramas por mês (10 gramas por semana) e as farmácias podem obter até dois quilos de maconha por mês. Para os cultivadores existe um limite de cultivo. A lei permite o cultivo de até 4.000 quilos por ano, sendo duas toneladas por empresa. Até o momento foram cultivados 700 quilos de cannabis. O governo não conseguiu firmar acordos com as grandes redes de distribuição, e o número de pontos de venda não cobre todo o território deste país de 3,4 milhões de habitantes. A venda da maconha em farmácias completa as três etapas previstas na Lei de Regulamentação da Maconha, aprovada em 2013, durante o governo do então presidente José Mujica (2010-2015), para o acesso ao uso recreativo da droga, e que também estabeleceu as regras para cultivo doméstico e os clubes de maconha, habilitados desde 2014.


Fonte: https://noticias.uol.com.br

domingo, 9 de julho de 2017

Cultivo de maconha na Paraíba é destaque no Profissão Repórter


 Associação Brasileira de Apoio Cannabis Esperança (Abrace) fica em João Pessoa (Foto: Reprodução/TV Globo)

O cultivo de maconha na Paraíba foi assunto do Profissão Repórter. O programa desta quarta-feira (5) falou sobre o uso recreativo e o medicinal no Estado. A primeira reportagem mostrou o primeiro cultivo legal do país, enquanto a segunda conheceu uma casa que foi alugada por amigos em Campina Grande para o uso recreativo. Perdeu o Profissão Repórter? Veja abaixo: