Curtam Nossa Página no Facebook !!!!
https://www.facebook.com/reggaemangabeira/
Tudo que você gostaria de saber sobre a cultura Reggae de Jampa do Brasil do Mundo e muito mais !!!!
segunda-feira, 30 de abril de 2018
sábado, 6 de janeiro de 2018
Maranhão, a Jamaica brasileira (São Luís abre o Museu do Reggae, reconhecimento de uma influência cultural de meio século)
Um sobrado do século XVIII na Rua da Estrela, em São Luís do Maranhão, torna-se a partir de 28 de dezembro a sede do primeiro Museu do Reggae fora da Jamaica. O sobrado, fruto da expansão algodoeira do Maranhão a partir de 1755, era uma edificação que vinha sendo utilizada para fins burocráticos.
Reformada com projeto do arquiteto Eduardo Longhi, inaugurada com uma festa na praça que ladeia o prédio, a já famosa Praça do Reggae. Será uma enxurrada de bandas, radiolas, DJs, cantores, tendas de moda e acessórios, trancistas (cabeleireiros especialistas em dreadlocks e cortes afro), culinária e artesanato.
O acervo do Museu do Reggae é material e imaterial. O acervo material compõe-se de relíquias de colecionadores, parte comprada e parte doada. São discos raros de vinil, além de roupas, acessórios, gravações raras em vídeo, fotografias e outras preciosidades.
A banda pioneira Tribo de Jah, criada há 31 anos no Maranhão, doou ao museu a guitarra usada em seu primeiro show. Outra peça do acervo é a mítica radiola (sound system) de Edmilson Tomé da Costa, o Serralheiro, que era o mais antigo DJ em atividade no Brasil quando morreu, em abril, aos 70 anos, após ter ajudado a popularizar o gênero. Ele fez 17 viagens à Jamaica nos anos 1970 para garimpar discos e montou uma discoteca com 5 mil vinis.
Já o acervo imaterial é composto dos registros que documentam um caso extremado de paixão cultural: memórias em depoimentos gravados com os principais personagens da cena reggae ao longo dos tempos, livros, artigos, teses, dissertações digitalizadas.
“Será raro encontrar um único disco do acervo do museu que não seja raro. Foram todos escolhidos um a um, sob critérios de especialistas que viveram e vivem o reggae há décadas”, diz o DJ Ademar Danilo, idealizador e diretor do museu.
De todos os lugares da grande diáspora do reggae pelo mundo, São Luís do Maranhão é o mais impressionante. Não por acaso, ídolos jamaicanos como Gregory Isaacs, morto em 2010, visitaram a ilha com certa regularidade.
O reggae chegou ao estado há quase 50 anos, nos anos 1970. Desde então se enraizou tanto na terrinha que hoje é um crucial elemento da cultura contemporânea do estado, influenciando diretamente na maneira do maranhense de falar, vestir e, principalmente, dançar.
“Criamos uma maneira única de dançar, agarradinho deslizando pelo salão”, explica Danilo. “Tem reggae de classe média, em bar na praia, com banda tocando, com produção local, letra em português. É bem diversificado aqui”, diz Karla Freire, autora do livro Onde o Reggae É a Lei (2013), volume que esquadrinha a história do gênero.
“Mas uma coisa parece não mudar no reggae de São Luís: as pessoas dançam agarradas. E isso não acontece no Sudeste”, pondera Karla. O estilo maranhense parece referendar um verso de um dos reggaes mais famosos de Jimmy Cliff, aquele que diz: Reggae night/ we come together when the feelin’s right (“Noite de reggae/ a gente cola junto quando o sentimento bate”, em tradução licenciosa).
O reggae é tão grande no Maranhão que se dá ao luxo de espraiar vários segmentos diferentes. Dentro de cada um desses segmentos, analisa Ademar Danilo, surgem ídolos capazes de mobilizar legiões de fãs, de DJs com contratos disputados a cantores que gravam músicas exclusivas para radiolas, que por sua vez arrastam multidões.
Muitos nomes tornam-se mais populares nacionalmente, como a Tribo de Jah. Mas há artistas que alcançam destaque de impacto na cena local, como o maranhense Dub Brown e o jamaicano Sly Foxx, que vive em São Luís há uma década, a exemplo de outros artistas daquele país.
Foi a cena autônoma de São Luís que alimentou o reggae histórico de Gilberto Gil. Conforme ele contou a este repórter em 2010, embora tivesse conhecido o gênero em Londres, foi somente em 1973, na Praia do Calhau, na capital maranhense, que atentaria para a potência globalizante do gênero.
“Ouvi No Woman, No Cry numa barraca de praia e perguntei ao dono quem estava cantando”, lembrou. “Ele me disse que era Jimmy Cliff, um músico que eu conhecera em Londres.” Dali surgiria Não Chore Mais, a inestimável versão de Gil para o sucesso gravado primeiro por Bob Marley, em 1974.
“Criamos uma maneira única de dançar, agarradinho deslizando pelo salão”, explica Danilo. “Tem reggae de classe média, em bar na praia, com banda tocando, com produção local, letra em português. É bem diversificado aqui”, diz Karla Freire, autora do livro Onde o Reggae É a Lei (2013), volume que esquadrinha a história do gênero.
“Mas uma coisa parece não mudar no reggae de São Luís: as pessoas dançam agarradas. E isso não acontece no Sudeste”, pondera Karla. O estilo maranhense parece referendar um verso de um dos reggaes mais famosos de Jimmy Cliff, aquele que diz: Reggae night/ we come together when the feelin’s right (“Noite de reggae/ a gente cola junto quando o sentimento bate”, em tradução licenciosa).
O reggae é tão grande no Maranhão que se dá ao luxo de espraiar vários segmentos diferentes. Dentro de cada um desses segmentos, analisa Ademar Danilo, surgem ídolos capazes de mobilizar legiões de fãs, de DJs com contratos disputados a cantores que gravam músicas exclusivas para radiolas, que por sua vez arrastam multidões.
Muitos nomes tornam-se mais populares nacionalmente, como a Tribo de Jah. Mas há artistas que alcançam destaque de impacto na cena local, como o maranhense Dub Brown e o jamaicano Sly Foxx, que vive em São Luís há uma década, a exemplo de outros artistas daquele país.
Foi a cena autônoma de São Luís que alimentou o reggae histórico de Gilberto Gil. Conforme ele contou a este repórter em 2010, embora tivesse conhecido o gênero em Londres, foi somente em 1973, na Praia do Calhau, na capital maranhense, que atentaria para a potência globalizante do gênero.
“Ouvi No Woman, No Cry numa barraca de praia e perguntei ao dono quem estava cantando”, lembrou. “Ele me disse que era Jimmy Cliff, um músico que eu conhecera em Londres.” Dali surgiria Não Chore Mais, a inestimável versão de Gil para o sucesso gravado primeiro por Bob Marley, em 1974.
quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
segunda-feira, 18 de dezembro de 2017
Tom Zé se encontra com Lee Perry, mestre jamaicano do dub, em single do Digitaldubs
Coube a um grupo carioca de sound system, Digitaldubs, promover o encontro inédito e inusitado de Tom Zé, baiano tropicalista que ama São Paulo, com Lee Scratch Perry, mestre jamaicano do dub, a vertente psicodélica do reggae. O encontro acontece em single do Digitaldubs, Estudando o dub, programado para chegar amanhã, 15 de dezembro de 2017, nas plataformas digitais.
Quem imaginou o encontro, e correu atrás para viabilizá-lo, foi Marcus MPC, DJ e produtor do Digitaldubs. É que a gravação de Estudando o dub nasceu a partir de Toc, uma das experimentais composições de Tom Zé, gravada originalmente em um dos álbuns mais importantes e cultuados da discografia do artista, Estudando o samba (1976), lançado há 41 anos.
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
Confissões de Bill Oxley, O Agente da CIA Que Matou Bob Marley
Bill Oxley - um agente aposentado de 79 anos da CIA revelado confissões muito impressionantes em seu leito de morte. Um deles é "Eu matei Bob Marley". A confissão aconteceu no Mercy Hospital no estado do Maine na segunda-feira, depois que o oficial foi informado que ele só tem algumas semanas na terra. Outras confissões incluíram a reivindicação de ter cometido dezassete (17) assassinatos por conta da América entre 1974 e 1985
29 anos como Agente da CIA
Sr.Oxley, um agente com uma autorização de segurança de alto nível é um sniper e atirador perito. Ele também é muito bem versado em outros tipos de formas de matar nomeadamente venenos, explosivos, ataques cardíacos induzidos e câncer. Seus conjuntos de habilidades colocaram-no na posição de cima para ser usado como um assassino por parte da organização visando indivíduos que poderiam ou estavam representando algum tipo de ameaça.
Os Assassinatos
Março de 1974 a agosto de 1985, o período de seus assassinatos durante os quais ele fazia parte de uma unidade de operação composta por três (3) outros assassinos como ele. O objetivo da referida unidade era realizar assassinatos políticos em todo o país bem como em países estrangeiros. E assim, assassinatos foram realizados em indivíduos de diferentes origens, ativistas políticos, pesquisadores médicos, artistas e músicos cujas ideias e influências “representaram uma ameaça para os interesses dos Estados Unidos” revelam o aposentado.
Bob Marley
O Sr.Oxley também confessou que Bob Marley era único entre suas vítimas porque ele era um “homem bom, uma linda alma” com “presentes artísticos profundos” que não mereciam morrer tão cedo. No entanto, o lendário cantor Jamaicano foi um enorme obstáculo aos olhos da CIA, ameaçando assim a istência dos Estados Unidos.
“Ele estava conseguindo criar uma revolução que usava a música como uma ferramenta mais poderosa do que balas e bombas. Bob Marley em 1976 foi uma ameaça muito séria para o status quo global e para os controladores do poder escondidos implementando seus planos para uma nova ordem mundial. No que diz respeito à agência, Bob Marley foi muito bem-sucedido, muito famoso, muito influente … Um Rastata Jamaicano que começou a usar seus fundos e fama para apoiar causas em todo o mundo que estavam em conflito direto com a CIA … Para ser sincero, ele assinou seu próprio mandado de morte “.
“Não é como se não o avisássemos. Nós enviamos alguns caras para atirar em sua casa em Kingston “, diz Oxley, referindo-se a um tiroteio na residência de Marley que deixou o cantor com um braço e peito feridos. “Tivemos uma mensagem para ele. Nós o fizemos entender a gravidade da situação em que ele se encontrava. Ele não ouviu. ”
Como Aconteceu O Assassinato
Dois dias depois que Bob Marley foi baleado no braço esquerdo por um dos três homens atiradores que emboscaram o cantor e alguns membros da sua tripulação em sua casa em Kingston, e depois de um breve período no hospital, Bob Marley viajou para as colinas protetoras das Blue Mountains e passou o tempo no ponto mais alto da Jamaica, ensaiando para um próximo show.
De acordo com o Sr. Oxley, ele usou credenciais de imprensa para obter acesso a Bob Marley durante seu retiro para as Blue Mountains. Ele se apresentou como um fotógrafo famoso trabalhando para o New York Times, e deu um presente para Bob Marley.
“Eu dei-lhe um par de Converse All Stars. Tamanho 10. Quando ele tentou andar o sapato direito, ele gritou ‘OUUUCH’.
“Foi isso. Sua vida acabou ali mesmo. O prego que estava no sapato estivesse impregnado de vírus e bactérias cancerígenas. Se percorresse a pele, o que fazia, era boa noite enfermeira “.
“Houve uma série de assassinatos de alto perfil de figuras de contracultura nos Estados Unidos no final dos anos sessenta, início dos anos setenta. Quando o tempo de Bob Marley apareceu, achamos que a sutileza era a ordem do dia. Não há mais balas e cérebros salpicados “.
O Sr. Oxley diz que manteve um contato próximo com Marley durante os últimos anos de sua vida, garantindo o dispositivo médico que recebeu em Paris, Londres e Estados Unidos “aceleraria sua morte em vez de curá-lo.” Ele morreu de câncer em Maio de 1981 . Ele tinha apenas 36 anos de idade.
“A última vez que vi Bob antes de morrer, ele havia removido os dreadlocks, e seu peso caiu como uma pedra”, diz ele.
“Ele foi muito retirado, incrivelmente pequeno. Ele estava encolhendo na nossa frente. O câncer havia feito seu trabalho “.
“O dia em que ele morreu em Miami foi definitivamente um dos momentos mais difíceis da minha carreira. Eu me senti muito mal. Durante muito tempo, não estava confortável excom a minha parte na morte dele. Mas, eventualmente, cheguei a perceber que tinha que ser feito, para a América “.
Fonte: https://stessmagazine.com
quinta-feira, 30 de novembro de 2017
Cantor Zeider Pires (Planta e Raiz) posta vídeo Cantando com seu Filho em sua Página no Facebook
Passado, Presente e Futuro...
sexta-feira, 17 de novembro de 2017
Cidade Verde Sounds lança novo álbum 'UM DO12', o quarto da carreira (Disco conta com as participações de Caio Nog, Nissin e Pelé Mil Flows)
O grupo de reggae Cidade Verde Sounds, formado por Adonai e Dub Mastor, lançou na última quarta-feira (15/11), o novo álbum, intitulado UM DO12. O trabalho conta com as participações de cantores conhecidos dos cenários hip-hop e reggae do Brasil, como Caio Nog (Costa Gold), Nissin (Oriente), Pelé Mil Flows (1 Kilo), Hélio Bentes (Ponto de Equilíbrio) e Dada Yute (ex-Leões de Israel), além dos DJs Coala e Caíque.
UM DO12 é o quarto álbum de Adonai e Dub Mastor, sucessor de O jogo (2015). O disco apresenta vários estilos, além da reggae music, como o hip-hop, o dancehall e o R&B. A arte da capa do material foi assinada pelo design Ricardo Fernandes, responsável por trabalhos de artistas, como Criolo, Nação Zumbi e Black Alien.
No canal oficial do YouTube, a banda disponibilizou cinco faixas do disco, sendo quatro com clipes,Firme, Hipócritas, Reggae music e Cês qué flow.
Confira a setlist do álbum
1 - Eu sei
2 - Pressão
3 - Firme
4 - Ruim de pegar
5 - Meu espírito boa - feat Nissin (Oriente) e Pelé Mil Flows (1 Kilo)
6 - Treta
7 - Cês qué flow - feat. Caio Nog (Costa Gold)
8 - 50 graus
9 - Hipócritas
10 - Guerreiro viajante
11 - Listas
12 - Barulho do mar
13 - Reggae music feat. Hélio Bentes (Ponto de Equilíbrio) e Dada Yute
quinta-feira, 26 de outubro de 2017
Banda Levemente "O som do Luau"
Banda Levemente "O som do Luau" traz uma proposta de música romântica com canções autorais e cover, levando pra você um clima gostoso para estar com amigos
quinta-feira, 19 de outubro de 2017
2º Arena Transa Reggae
O Arena Transa Reggae, volta a sua data anteriormente divulgada, agora será a última sexta feira, portanto dia 27 de outubro.Venha emanar sua vibração positiva neste evento que já nasceu com sucesso e recebe os fãs do Transa Reggae e amantes da cultura reggae. A vibe é surreal. Show da banda: Mente Pensativa. Entrada gratuita !!!
Convocação do Mago do Reggae para o "Arena Transa Reggae", dia 27/10 no Teatro de Arena do Espaço Cultural.
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
Dançarinos executando “Is This Love” de Bob Marley como um casal de velhinhos
A melhor coreografia de dança que você vai ver hoje, realizada por Keone e Mariel Madrid na oficina Urban Dance Camp na Alemanha. Em geral não se espera muito de um casal de cabelos grisalho e óculos grossos, mas seus passos de dança levantaram a plateia ao som de Bob Marley e as promessas de amor por todos os dias e noites ("I wanna love you every day and every night...") contidas em “Is This Love”.
Apesar de sua aparência, estes dois são, na verdade, cerca de cinquenta a sessenta anos mais jovens do que parecem. Keone e Mariel Madrid são um casal recém-casado, cujo amor um pelo outro é claramente demonstrado através de sua rotina de dança.
segunda-feira, 16 de outubro de 2017
Banda Nazirê, Dom Rasta e Andread Jó Formam Parceria e Lança Novo Clipe
Música: Paz no meu coração
Letra: Andread Jó / Jordânia Martins
Música: Andread Jó / Jordânia Martins
Participação especial: Dom Rasta
quinta-feira, 5 de outubro de 2017
Morre compositor e produtor do Ponto de Equilíbrio, Perseverança, Laços de Fé e Raízes que Tocam Diogo Viana Andrade
As Bandas Ponto de Equilíbrio e Raízes que Tocam Postaram no Facebook Homenagens a Diogo Viana Andrade.
Postagem da FanPage Oficial da Banda Ponto De Equilíbrio
Postagem da Fanpage Oficial da Banda Raízes que Tocam
terça-feira, 26 de setembro de 2017
CIDADE NEGRA FAZ HOMENAGENS A GILBERTO GIL NO ROCK IN RIO
O penúltimo dia do Rock In Rio 2017 teve hoje uma grande homenagem a um dos maiores nomes da música brasileira.
A banda Cidade Negra subiu ao palco para celebrar a obra do mestre Gilberto Gil e contou com ajuda das boas: primeiro o público comprou a ideia e cantou canções como “A Novidade”, “Esperando na Janela”, “Palco”, “Realce” e “Vamos Fugir” a plenos pulmões.
Depois, o Palco Sunset reuniu a banda de Toni Garrido e companhia ao Digital Dubs e o Maestro Spok, e ao contrário de apresentações do local onde a parceria parece deslocada, aqui tudo fluiu como uma banda só.
Houve espaço para pedidos de paz nas favelas do Rio de Janeiro que atravessam um momento delicadíssimo, principalmente na Rocinha, e muita reverência a Gil, que chegou a ser chamado pelo vocalista do Cidade Negra de “o maior artista de reggae da história; depois vem o Bob Marley.”
Paulo Pimentel
http://planetareggae.com.br
terça-feira, 19 de setembro de 2017
Jovem tenta mudar realidade violenta de comunidade por meio da música Reggae, Hip Hop, Grafite e do Rap
Em meio a tantos problemas, a música Reggae surge como uma luz de esperança
![]() |
| Música é usada como instrumento de transformação (FOTO: Reprodução Nordestv/Band) |
A violência urbana parece ter virado rotina no bairro Serrinha, em Fortaleza. Muitos jovens, desde cedo, vivem inseridos nessa dura realidade.
Assaltos, assassinatos, tráfico de drogas e briga de gangues são algumas da situações rotineiras na vida dos moradores. Em meio a tantos problemas, a música surge como uma luz de esperança.
MC Dieguim, 21 anos, encontrou nas letras das suas canções uma forma de ser voz na luta contra a criminalidade. “É extremamente importante a gente ocupar os espaços públicos, seja através do rock, do rap ou também do reggae. Dessa forma, você dá visão para muita gente que está no crime”, relata o músico.
O jovem reconhece que é comum o contato com a violência, mas acredita na recuperação das pessoas. “Tenho amigos meus que trabalham em casa com menores que estavam na criminalidade, mas através do hip hop, do grafite e do rap eles conseguem transformar a vida desses caras”, revela o MC.
Confira mais detalhes No Video:
Confira mais detalhes No Video:
Fonte : http://tribunadoceara.uol.com.br
25 cantoras de reggae e ska pra você conhecer
1- Judy Mowatt & Gaylettes "Son Of A Preacher Man"
2 - Norma Frazer "R.e.s.p.e.c.t"
3 - Nora Dean What Will Be Will Be "Que sera sera"
4 - Rita Marley & The Souletts "Le it Be"
5 - Marcia Griffthis - "First Cut is the Deepest"
6 - The dreamletts "Really Now"
7 - Andy & Joey "Your wondering now"
8 - Doreen Shafer "Sugar Sugar"
9 - Norma Deam "Barbwire"
10 - Marcia Aitken - "Im still in Love with you"
11 - Althea & Dona "No more fighting"
12 - Dawn pen "To sir with love"
13 - Claredonians "Rules of life"
14 - Rita Marley & The soulettes "Hey Senorita"
15 - Judy Mowatt & Gaylettes "Silent River"
16 - Norma Frazer "The firs CUT is deepest"
17 - Nora Dean "Peace Begins"
18 - Althea & Dona "Uptown top ranking"
19 - Dawn Pen "No no no"
21 - Marcia Griffihts "Don’t let me down"
22 - The Dreamletts "Stay where you are"
23 - Phillis Dillon "Perfidia"
24 - Hortence Ellis "Groovy Kind of Love"
Assinar:
Postagens (Atom)












